Conheça as nossas au pairs

As au pairs da Cultural Care vêm de mais de 20 países, chegando para ficar com host families de todos os cantos dos Estados Unidos. Cada uma delas começa com o objetivo de ficar fluente em inglês, se tornar mais independente e confiante, crescer profissionalmente e aprender sobre a vida americana ao lado de suas famílias anfitriãs.

As experiências são diferentes para cada uma, mas todas concordam que um ano como au pair não apenas muda sua vida: ele muda você para melhor. Veja você mesma os depoimentos das pairs que contam como elas descobriram as recompensas desse intercâmbio.

Paula de Cássia

“Ser au pair foi, com certeza, uma das melhores experiências da minha vida! Olhando para trás, eu consigo ver quantas coisas eu aprendi e quantas outras eu desenvolvi. Definitivamente, não e só o idioma que você aprende! Eu fui au pair por um ano e meio e vivi com duas famílias maravilhosas (em Ohio e Massachusetts), com dois bebês adoráveis. Cada segundo valeu a pena, mas é importante lembrar que ser au pair envolve todas as responsabilidades de um emprego, com a diferença de que você trabalha em casa e mora com seus chefes.

Eu sinto orgulho de mim mesma por tudo o que realizei. Essa foi a primeira vez que saí do Brasil e também a primeira vez que eu entrei em um avião. Percebi quantas coisas maravilhosas eu sou capaz de fazer. Minha mente se expandiu muito, eu tenho uma nova visão de mundo e de vida. Aprendi a valorizar muitas coisas na vida que a gente, por hábito, tem como garantidas. Aprendi que, mesmo sentindo saudades da família e dos amigos, o momento em que você transforma um sonho em realidade não tem preço e vale todos os sacrifícios que você se propôs a fazer.

Graças ao programa Au Pair, eu tive a oportunidade de conhecer boa parte dos EUA (estive em 21 estados) e ainda outros países (passei férias na França e Itália), conheci pessoas maravilhosas, de diferentes partes do planeta, vivenciei uma outra cultura! Tenho milhares de fotos e boas lembranças comigo! Eu aproveitei cada oportunidade e criei outras tantas!

Para mim as palavras-chave são: independência, determinação, flexibilidade e foco." 

Viviane Marques

Há muita responsabilidade envolvida na rotina de uma au pair e isso é algo que todas as candidatas devem saber desde o princípio. Você será responsável por seres humanos que ainda não são completamente concientes de suas própias ações e você é quem deve dar o exemplo e mostrar o que é certo e errado. Mas ser uma au pair é ao mesmo tempo muito divertido. Eu passei o último feriado em Sacramento, na California com a minha host family e foi uma experiência incrível. Fomos a shows de mágica, ao teatro, comemos em vários restaurantes diferentes e muito mais. Eu acho que ser au pair é uma forma de crescer junto com as crianças, porque o aprendizado começa logo na sua chegada, e não para mais!

Mariá Leite

“Meu ano como au pair foi ótimo, tive uma família linda que me fez mais responsável, mais flexível e mais paciente.Tive a oportunidade de estudar em Stanford University e na California State University em Oakland, CA e melhorar meu inglês. Além de viajar bastante e conhecer pessoas do mundo todo. Foi uma experiência única que, definitivamente, valeu a pena.” 

Nadine Jalaim

“Quando decidi ser Au Pair sabia que ia ser uma oportunidade única e inesquecivel. E assim foi. A começar pelo treinamento que foi fantástico e tive a chance de conhecer gente do mundo inteiro.
Morei nas cidades de Bristow - VA e Potomac - MD, ambas perto da capital Washington. Cidade linda, aconchegante, cultural e divertida. Primeiro cuidei de um bebê e um de dois anos e meio, o que era muito divertido. Brincávamos de carrinho, de correr, no parque, no quintal. Montávamos casinhas de biscoito de gengibre com cobertura, tipicamente americano. Divertidíssimo! Depois vivi uma rotina completamente diferente, porém mais independente cuidando de um menino de 8 e outro de 10 anos. Eles foram meus grandes amigos, saíamos para tomar suco, caminhar na vizinhança, eu ajudava nas lições, jogavamos juntos, eu posso falar que eles me tinham como uma irmã mais velha e não uma babá. O mais novo sempre foi muito reservado, mas acabamos por nos dar muito bem. Ele pegou um ursinho de pelucia dele e deixou na minha cama com o seguinte bilhetinho: "This is for you. Love". Não tem como não se sentir tocada. O mais velho era meu guia turístico e meu melhor amigo. Eu pensava em viajar e ele vinha com passagens de ônibus e avião, lugares para visitar, que metrô ou onibus eu tinha de tomar para chegar, hotéis, ou seja, ele planejava tudo.
Fui para Boston, conheci Harvard e curti o lindo outono americano. Conheci a cidade que nunca dorme, Nova Iorque,  passeando no Central Park, visitando o museu de cera e  a  Times Square, onde também passei minha primeira virada de ano. Visitei os belos cassinos-hotéis de Las Vegas e me apaixonei pelas luzes coloridas e pulsantes da cidade inteira. Perdi o folêgo vendo a imensidão azul do lago Michigan, em Chigago, cidade pela qual simplesmente me apaixonei perdidamente. Pisei na calçada da fama em Los Angeles e vi as sinuosas curvas da Lombard Street e a bela arquitetura da Golden Gate Bridge em São Francisco. Estive no paraíso visitando o Grand Canyon, aquela imensidão maravilhosa que avistei de cima – em um passeio de helicóptero, e de baixo -  quando ele pousou entre as crateras e fizemos um passeio de barco no rio Colorado. E é claro, DC, a cidade do presidente. Conheci cada pedacinho da cidade, museus, ruas, avenidas, restaurantes. A cidade é simplesmente maravilhosa. Uma cidade grande com características de cidade pequena. Não conheço uma pessoa que não goste de Washington.
Estudei Francês, Espanhol, Inglês e até fiz um curso para diminuir o meu sotaque brasileiro e parecer mais americana. E mais um vez,  tive oportunidade de ter contato com diferentes pessoas do mundo inteiro. Os meetings da LCC  eram divertidos também. Fizemos picnics, fomos a jogos, patinar no gelo, assar mashmellows no quintal da LCC, sempre tínhamos histórias para contar.

Conheci muita gente, fiz muitos amigos, fiz das duas host families minhas famílias de verdade. Eles sempre me apoiaram, me ajudavam, podíamos  conversar, contar histórias e dividir a cultura brasileira, pois, eles sempre foram muito abertos para isso. Sempre foram divertidos, simpáticos, acolhedores e carinhosos. Não teve uma coisa que eu mais gostei no programa, foi ele como um todo. A experiência foi realmente impressionante e surpreendente, completamente diferente do que imaginei que fosse e, com toda certeza, faria tudo novamente.”

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